Longe dos olhos, mas perto do coração
Desde quando amor tem prazo de validade? Talvez aqueles que inventaram as regras de que quando estivermos bem apegados é hora de nos separarmos e cada um seguir o seu caminho, achassem que sim. Ou talvez apenas quisessem fazer a coisa ser mais gostosa. Ainda mais emocionante.
Se era esta a intenção, parabéns, conseguiram. Tem coisas que depois que acabam, dá uma vontade danada de sentir de novo, de conviver novamente. E quando aparece uma oportunidade, eles não desperdiçam.
A vida joga os dados e faz questão de colocá-los em extremos, mas eles são bons no jogo de azar. Pouco importa se são enfermeiros, advogados, policiais, professores, médicos ou jornalistas. O coração vai bater sempre mais forte quando essas chances aparecerem.
Em uma delas o menino que brincava de soldadinho de chumbo vira comandante como gente grande. E os aplausos vindos daquela direção são reconhecidos pelos ouvidos que cresceram apurados por eles. A menina de coração grande, impecável, decidiu seguir a brincadeira daqueles tempos, quando as bolinhas de papel cruzavam os ares. Ela quis ser mestra.
Mas ali estavam todos eles, independente do que viessem a ser, já eram muito mais. Eram amigos. E em noites de gala, o gozador de coração mole se rende à falta de validade do afeto, do amor e do carinho.
O som alto dá o lembrete: Estamos em festa. Em meio ao piscar de luzes, eles são apenas cúmplices. Eternos cúmplices. O que resta a fazer é emoldurar o momento.
Pronto. Chamem as crianças, lhes mostrem o quadro. Temos histórias para contar. Longe dos olhos, mas perto do coração.

Seria ousadia de uma mera, futura mestra, escrever no Receptáculo?
Não sei! Mas, as doces, belas e amorosas palavras fizeram à ousadia ser maior que o receio.
Foi assim: Uma simples noite que nos levou a recordar belos tempos. Uma bela escrita que certamente ficará guardada no meu coração.
Sempre me disseram para não desistir do que desejo. Percebo que nunca devo desistir: pedi, insisti e consegui. Tenho orgulho de ser insistente, pois, sabia que sairia bom, mas confesso que você superou minhas expectativas.
Você acredita na perfeição? Se você não acredita, vou te apresentar seu próprio texto.
Estou muito feliz com suas palavras, muito obrigada!
Parabéns por escrever tão bem. Tenho orgulho do menino tímido, mas que sempre tinha piadas inteligentes na sala de aula. Aquele que tirava boas notas, mas que era amigo da galera do fundo. O menino que hoje vejo com um belo caminho pela frente. O menino que se tornou um grande homem, com um bom coração enorme. O homem que tenho orgulho de dizer que é meu AMIGO, meu FIÓ! rs
Longe dos olhos, mas perto do coração.
Pois que sempre somos muito mais, somos amigos. Amigos dos nossos amigos. E há algo melhor que isso?
Hmmm…
Talvez ser o amor dos nossos amores…
Beijocas